O Museu de Arte Contemporânea de Elvas estabeleceu um plano de atividades para este ano de 2020, e que inclui duas iniciativas.

A iniciativa re-criARTE, que em interação com o público, pretende recriar obras de arte da Coleção António Cachola, em depósito no MACE, e a Peça do Mês, do Museu de Arte Contemporânea de Elvas_Coleção António Cachola, que será colocada no edifício dos Paços do Concelho.

A re-criARTE lança o desafio a todos, para que descubram o  o artista que tem dentro… dentro de casa! Com objetos do dia-a-dia, o desafio é, mensalmente, recriar as obras de arte de vários artistas portugueses que integram a Coleção António Cachola em depósito no Museu de Arte Contemporânea de Elvas. Inspire-se, crie e partilhe connosco!

Para este trabalho pode utilizar os meios, suportes, técnicas e materiais (desde pintura, desenho, fotografia, vídeo ou escrita…) que desejar e no mês seguinte serão publicadas no site do Município de Elvas. Para submeter o registo deve enviar email para servicoeducativo.mace@cm-elvas.pt

Pedro Barateiro

Mesa de Trabalho / Mesa de Jogo, 2010

Estrutura de metal, vidro, lápis dourados

Contexto 

Pode o trabalho ser um jogo de criatividade? Reajustando os espaços de lazer à nova realidade que vivemos, reinventamos os objetos do cotidiano a obras de arte!

Com os mais variados materiais, propomos (re)criar o jogo de sombras da escultura “Mesa de Trabalho / Mesa de Jogo” do artista Pedro Barateiro.

Pedro Barateiro nasceu em 1979, em Almada, Portugal. Atualmente vive e trabalha em Lisboa. Realizou o Mestrado em Artes Visuais na Malmö Art Academy, Suécia e estudou na Mamaus – Escola de Artes Visuais, Lisbon. Esteve em residência artística no na AIR – Antwerpen, Bélgica; Palais de Tokyo, Paris, França; e ISCP – International Studio and Curatorial Program, Nova Iorque. Participou ma XXIX Bienal de São Paulo, Brasil; 5th Berlin Biennale, Alemanha; 16th Biennale of Sydney, Austrália, Photo España e Busan Biennial, Coreia do Sul.

Realizou exposições individuais e colectivas em diversas instituições públicas e privadas e o seu trabalho está presente em diversas coleções públicas, tais como: Deusche Bank Collection, Alemanha; Fundação EDP, Portugal; Museu Serralves, Porto, Portugal; ARCO Foundation, Madrid, Espanha; BESart – Coleção Banco Espírito Santo, Lisboa, Portugal; Fundación “la Caixa”, Barcelona, Espanha; e Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal.

Mecenas:

A Peça do Mês do Museu de Arte Contemporânea de Elvas – Coleção António Cachola

mês de julho

Rui Chafes

Um corpo nu coberto de flores II, 1997

Ferro, 26x38x110cm

Rui Chafes

Rui Chafes nasceu em 1966 em Lisboa, cidade onde actualmente vive e trabalha. Em 1989 licenciou-se em Escultura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Entre 1990 e 1992 estudou com Gerhard Merz na Kunstakademie Dusseldorf, na Alemanha. Durante esta estadia traduziu do alemão para português o Novalis Fragments. Expõe regularmente desde os anos 80, e desde cedo consolidou uma carreira que inclui diversas exposições em Portugal e no estrangeiro, bem como representante português na Bienal de Veneza (1995 com José Pedro Croft e Pedro Cabrita Reis) e a Bienal de São Paulo (2004, com o projecto conjunto com Vera Mantero). Em Portugal, expôs individualmente nas mais importantes instituições, como o Museu Serralves (com Pedro Costa), Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian e no Museu Colecção Berardo (com Orla Barry). No estrangeiro expôs em diversas instituições, tais como: S.M.A.K. (Gent, Bélgica); Folkwang Museum (Essen, Alemanha); Nikolaj Copenhagen Contemporary Art Center (Copenhaga, Alemanha); Fondazione Volume! (Roma, Itália); Fundação Eva Klabin (Rio de Janeiro, Brasil), e Hara Museum, com Pedro Costa (Tóquio, Japão). A sua obra está presente em inúmeras colecções públicas, tais como: S.M.A.K. (Gent, Bélgica); Folkwang Museum Essen (Alemanha); Museum voor Moderne Kunst (Arnhem, Holanda); Esbjerg Kunstmuseum (Dinamarca); Museum Würth (Alemanha); Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa); Museu de Serralves (Porto); Museu do Chiado (Lisboa); Ellipse Foundation (Portugal); Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (Portugal); Caixa Geral de Depósitos (Lisboa), Centro Gallego de Arte Contemporaneo (Santiago de Compostela, Espanha) e Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia (Madrid, Espanha). Tem diversas esculturas permanentes no espaço público em Portugal e no estrangeiro. Em 2004 recebeu o Prémio de Escultura Robert-Jacobsen da Würth Foundation, Alemanha. Parte da sua actividade é dedicada à escrita, tradução e edição de monografias que acompanham o seu trabalho de escultura. Em 2015 recebe o Prémio Pessoa.