O Museu de Arte Contemporânea de Elvas estabeleceu um plano de atividades para este ano de 2020, e que inclui duas iniciativas.

A iniciativa re-criARTE, que em interação com o público, pretende recriar obras de arte da Coleção António Cachola, em depósito no MACE, e a Peça do Mês, do Museu de Arte Contemporânea de Elvas_Coleção António Cachola, que será colocada no edifício dos Paços do Concelho.

A re-criARTE lança o desafio a todos, para que descubram o  o artista que tem dentro… dentro de casa! Com objetos do dia-a-dia, o desafio é, mensalmente, recriar as obras de arte de vários artistas portugueses que integram a Coleção António Cachola em depósito no Museu de Arte Contemporânea de Elvas. Inspire-se, crie e partilhe connosco!

Para este trabalho pode utilizar os meios, suportes, técnicas e materiais (desde pintura, desenho, fotografia, vídeo ou escrita…) que desejar e no mês seguinte serão publicadas no site do Município de Elvas. Para submeter o registo deve enviar email para servicoeducativo.mace@cm-elvas.pt

Miguel Ângelo Rocha

Malas e ossos, 2009

Malas encontradas, jornais, contraplacado marítimo, tinta acrílica, ossos.

CONTEXTO

Inspirados na escultura “Malas e Ossos” propomos o seguinte desafio: O que levarias na bagagem? Expressa as tuas ideias através do desenho, pintura, fotografia, vídeo, texto ou escultura e envia os teus trabalhos para divulgarmos no site do Município de Elvas: servicoeducativo.mace@cm-elvas.pt

Miguel Ângelo Rocha nasceu em Lisboa em 1964. Vive e trabalha em Nova Iorque e Lisboa. É formado em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (1992). Entre 1994 e 1996, fez o Master of Fine Arts, na School of Visual Arts de Nova Iorque. Em 2002, ingressa como assistente na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Expõe com regularidade desde 1991 e, desde 1994, reside em Nova Iorque e em Lisboa. Realizou várias exposições individuais e colectivas no Museu do Chiado, em Lisboa; na Galeria Laure Genillard, em Londres; na Frieda and Roy Furman Gallery, Walter Reade Theater at Lincoln Center, em Nova Iorque; no Círculo de Artes Plásticas de Coimbra; na Módulo – Centro Difusor de Arte, em Lisboa; no Hospital Júlio de Matos, em Lisboa; na Galeria Miguel Nabinho, em Lisboa, entre outras. As suas obras estão representadas nas colecções Fundação de Serralves, Museu do Chiado, Fundação Carmona e Costa, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, entre outras.

 

A Peça do Mês do Museu de Arte Contemporânea de Elvas – Coleção António Cachola

mês de agosto

Filipa César

La Pyramide Humaine, 2009

Conjunto de 3 Lambda Print, Ed. 1/5, 43 x 53 cm (x3)

Filipa César

Nasceu no Porto, em 1975. Vive e trabalha em Berlim. É formada em Pintura pela Faculdade de Belas Artes do Porto (BA) e Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Tirou um MA em Art in Context na Universitat der Kunste, em Berlim. Tem sido distinguida com vários prémios, destacando-se o Prémio União Latina (2003) e o Prémio BES Photo (2009). Recebeu, ainda, várias bolsas para o desenvolvimento do seu trabalho, do Centro Nacional de Cultura, da Fundação Calouste Gulbenkian, do Israeli Center for Digital Art, Film & TV School HFF Konrad Wolf, entre outras. Começou a expôr no final da década de 1990, em Portugal e no estrangeiro. Das suas exposições individuais destacam-se as realizadas no Museu do Chiado, em Lisboa; na Solar – Galeria de Arte Cinemática, em Vila do Conde; na Cristina Guerra Contemporary Art, Lisboa; na Ellipse Foundation, em Alcoitão; na galeria Distrito Cu4tro, em Madrid; na Mai 36, em Zurique; no Museu de Serralves, no Porto; no Centre d’Art Santa Mónica, em Barcelona. Das suas exposições colectivas destacam-se as realizadas no Gasworks, em Londres; no Centre Culturel Calouste Gulbenkian, em Paris. As suas obras estão representadas nas colecções Museu Serralves, Ellipse Foundatfon, entre outras.