O eurodeputado Pedro Marques visitou na manhã desta segunda-feira, dia 24, as obras cofinanciadas por fundos europeus em Elvas, tendo sido acompanhado pelo presidente da Câmara Municipal de Elvas e pelos presidentes das Juntas de Freguesia do concelho.

O eurodeputado, nesta deslocação a Elvas, salientou que “Elvas é um exemplo no aproveitamento dos fundos europeus”, referindo que “os fundos comunitários estão bem empregues quando estão a ser dirigidos na criação de condições de vida, de mais empregos para a população, ao mesmo tempo que se prepara para o turismo, todo este património e esta terra”.

Membro da Comissão de Desenvolvimento Regional, e com a missão de acompanhamento da execução dos investimentos feitos com fundos europeus, Pedro Marques explicou que tem “dado, por toda a Europa, este exemplo de Elvas e deste território, como um território onde se olha para a fronteira como uma oportunidade e não uma fatalidade”. Acrescentando que está à vista de todos “uma gestão autárquica orientada para o futuro, para as oportunidades e não para as dificuldades”, “pode-se encontrar aqui um bom exemplo do que estamos a fazer bem com este processo dos fundos comunitários ao nível da Europa”.

O presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha, referiu que é importante ter contacto com o terreno, “ver no terreno como os fundos comunitários são aplicados, porque se observar este processo todo, melhor fará a defesa destes investimentos quando tiver que o fazer, sabemos que o faz bem e tem sido o nosso porta-voz no Parlamento Europeu para muitas destas questões”.

O autarca elvense explicou ainda que foram abordados também dos projetos para o futuro, porque “temos anseios tanto para o Caia, como para Vila Fernando, e estamos sempre atentos aquilo que vai acontecendo do outro lado da fronteira e potenciar esta relação, que não nos afasta, antes pelo contrário nos torna mais fortes e nos potencia neste contexto”.

Neste périplo pela cidade de Elvas, a comitiva esteve na Parada do Castelo; Piscinas Municipais; EB 2,3 de Santa Luzia; local onde será a futura Residência de Estudantes; Zona Industrial; Centro de Dia da Boa-Fé, onde vai ser construído o Lar residencial; Estação de Melhoramento de Plantas e terminou no Museu de Arqueologia e Etnográfico António Tomás Pires.