Fonte da Alameda
Seguidamente à inauguração do Aqueduto da Amoreira em 1622, a cidade de Elvas pôde finalmente desfrutar da água vinda de fora das suas muralhas. Devido a tal facto nos anos seguintes foram construídas várias fontes.A Fonte da Alameda esteve situada no antigo jardim municipal, denominado Alameda, onde se manteve até 1811 quando foi desmontada. Em 1844 foi novamente montada mas agora à entrada do cemitério municipal. A fonte, tal como as outras suas coevas, é elaborada em mármore de Estremoz ao estilo maneirista, com uma parede em volta do tanque hexagonal sob o qual se ergue a fonte em forma de cogumelo com um pináculo no cimo.

Fonte da Biquinha
Também denominada de Biquinha dos Currais em 1767 ou de Biquinha dos Fornos em 1810, foi construída em 1654 em frente ao antigo Assento e continua ainda hoje a fornecer água à população daquela zona da cidade. É constituída por um tanque em forma de concha para onde uma pequena torneira verte água. O interesse na fonte centra-se no painel de azulejos azuis e amarelos seiscentistas que contém.

Fonte da Fé
Defronte da Igreja do Senhor Jesus da Piedade em 1831 foi construído um pequeno parque arborizado. Foi nesse parque que em 1881 foi construída a Fonte da Fé. Trata-se de um tanque circular com um pedestal onde estão esculpidos monstros marinhos encimado por uma estátua feminina simbolizando a Fé, tudo esculpido em mármore. A obra foi mandada elaborar por D. Anna Julia de Lima e Silva.

Fonte da Misericórdia
A Fonte da Misericórdia foi construída em 1622 sob a traça do arquitecto da Casa Real, Diogo Marques, no Largo da Misericórdia em obras inspeccionadas pelo arquitecto da Casa de Bragança Pêro Vaz Pereira para por aí jorrarem as primeiras águas do Aqueduto da Amoreira. Em 1951 o projecto de alterações àquela zona da cidade fez com que a fonte fosse transferida para o actual Largo 25 de Abril porque parecia congestionar o trânsito no Largo da Misericórdia. No centro da fonte encontra-se uma estátua equestre de D. Sancho II. As bicas em forma de golfinho jorram água para um tanque lobulado em que numa das pedras se pode observar a inscrição “1622 ANOS”.

Fonte da Prata
Localizada extramuros junto às Portas de São Vicente, a Fonte da Prata é uma construção do séc. XVIII tendo tido como primeira designação a de Fonte Nova do Príncipe. A excelente qualidade das suas águas levou os populares a chamar-lhe da Prata. De facto as propriedades medicinais daquele local eram já conhecidas desde a ocupação islâmica pois foi ali que os muçulmanos construíram os seus banhos que duraram até bastante tarde. A Fonte da Prata foi alterada em 1830, data da bica atual, e posteriormente na sua frente foi construído um tanque que as lavadeiras costumavam utilizar. O chafariz da fonte com 15 metros de comprimento destinava-se a bebedouro de animais e no seu espaldar estavam as armas reais do séc. XVII que desapareceram em meados do séc. XX.

Fonte das Pias
Situada a caminho de Badajoz, a Fonte das Pias é citada já desde o séc. XIII tornando-se assim uma das fontes mais antigas de Elvas. Serviu durante séculos aqueles que se deslocavam entre as duas cidades vizinhas.

Fonte de Gil Vaz
A Fonte de Gil Vaz é citada em documentos desde 1435 mas situava-se então num sítio diferente, embora não longe do atual. Em 1652, a Câmara de Elvas manda reconstruí-la a Domingos Pires. Por se situar no meio do campo e ser muito concorrida, a fonte foi deslocada para a estrada onde está hoje. A fonte que hoje vemos na Estrada de Gil Vaz é uma obra de 1791 elaborada por António dos Santos, com alguns melhoramentos efectuados em 1827. Trata-se de um pequeno chafariz ainda hoje muito concorrido.

Fonte de São José
Construída totalmente em mármore, ao jeito neoclássico, é constituída por dois tanques opostos e de uma grande beleza. Tal como a Fonte de São Lourenço é obra do engenheiro militar Valleré que se deslocou a Elvas para construir o Forte de N. Sra. da Graça. Colocada em frente aos antigos Quartéis do Casarão, para matar a sede aos militares e aos animais, está hoje dentro do espaço do Museu Militar de Elvas.

Fonte de São Lourenço
Fonte mandada construir na segunda metade do séc. XVIII pelo desembargador Bernardo Xavier de Barbosa Sachetti ao engenheiro militar francês Valleré que na altura trabalhava nas obras do Forte de N. Sra. da Graça, no local onde já existia uma outra Fonte de São Lourenço, esta seiscentista (1626) e que foi deslocada para a Quinta de Sto. António nos arredores da cidade. O seu projecto de construção era grandioso e caro tal como queria Sachetti, e Valleré influenciado pela arte neoclássica francesa ali começa a construir uma fonte sobre a qual se deveriam colocar estátuas de figuras femininas da mitologia greco-romana, cujo valor ascenderia a 2:000$000 reis. Mas tal facto não veio a acontecer. O projecto suscitou polémica e um grave desentendimento entre Valleré e Sachetti levou a que a fonte nunca fosse terminada. As estátuas que serviriam a fonte quedaram-se na referida Quinta de Sto. António. Finalmente, já em 2005, a Câmara Municipal de Elvas comprou as referidas estátuas e terminou a construção da fonte. A fonte é constituída por três bicas que fazem a água correr para um tanque rectangular, tudo encimado por quatro colunas que no seu cimo têm as referidas estátuas.

Fonte de São Vicente
Seguidamente à inauguração do Aqueduto da Amoreira em 1622, a cidade de Elvas pôde finalmente desfrutar da água vinda de fora das suas muralhas. Devido a tal facto nos anos seguintes foram construídas várias fontes. Em 1628 foram inauguradas três: Fonte da Alameda (no antigo jardim municipal, onde se manteve até 1811 quando foi desmontada, estando desde 1844 à entrada do cemitério municipal), Fonte de São Domingos (no Largo de São Domingos em frente à igreja, transladada posteriormente para Barbacena) e finalmente a Fonte de São Vicente no largo com o mesmo nome. A fonte, tal como as outras suas coevas, é elaborada em mármore de Estremoz ao estilo maneirista, com uma parede em volta do tanque hexagonal sob o qual se ergue a fonte em forma de cogumelo com um pináculo no cimo.

Fonte do Cangalhão
Fonte situada na Rua de Campo Maior no Bairro da Boa Fé. Outrora denominada Fonte da Calçada, no séc. XVIII aí se realizava uma romaria que está na génese da Festa dos Hortelões, hoje da Boa Fé. A fonte foi feita em 1784 e reconstruída na década de 1960 para dar água à população daquele bairro que então estava a ser construído.

Fonte do Gorgulhão
Pequena fonte situada na Estrada de Santa Rita construída ainda no séc. XVII e reparada e modificada logo no século seguinte em 1738 e em 1744. Situava-se então a fonte junto à Quinta do Bispo e à Igreja de São Sebastião que hoje já não existe.

Fonte do Senhor Jesus da Piedade
Situada nas traseiras da Igreja do Senhor Jesus da Piedade é uma fonte esculpida em mármore constituída por uma concha assente sobre dois monstros marinhos e encimada por outra concha onde surgem dois meninos que repousam sobre um velho de cuja boca brota a água.

Fonte dos Cavaleiros
Construída na última década do séc. XVII no final da rua que lhe dá o topónimo. Sofreu várias transformações posteriores. Entre as quais podemos destacar a de 1864-65 quando lhe foi implantado um painel de azulejos com as armas da cidade, o qual primeiramente se destinava ao Aqueduto da Amoreira.

Fonte dos Terceiros
Construída junto à igreja que lhe dá o topónimo para dar água à população do antigo bairro da Corujeira. Trata-se de uma pequena fonte em ferro fundido pintado a verde com um letreiro que diz “Só sirvo o pobre”.

Fonte Santa
Pequena fonte citada desde o séc. XV situada cerca do início do Aqueduto da Amoreira e da povoação de Calçadinha.

Chafariz da Piedade
Magnífica obra de arte situada junto à Igreja do Senhor Jesus da Piedade. O chafariz, construído em 1867, é constituído por um tanque rectangular encimado por um espaldar com três enormes painéis de azulejos decorados com motivos aquáticos e serviu desde sempre aqueles que devotamente se deslocavam à citada igreja.

Chafariz de São Vicente
O chafariz de São Vicente é de uma construção coeva à do monumento de homenagem aos combatentes da Grande Guerra. É portanto uma obra de 1934 subsidiada pelo Fundo de Desemprego que serve ainda a população daquela zona.

Chafariz d’El Rey
Chafariz grandioso situado no início do Aqueduto da Amoreira através do qual jorravam as suas águas. A sua construção finaliza também em 1622 e é constituído por três corpos em alvenaria encimados por volutas tendo na parte central as armas seiscentistas de Portugal em mármore.

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