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Casa da Cultura
A Casa da Cultura de Elvas está situada na Praça da República, no centro da cidade, num edifício de 1538 que outrora serviu de Paços do Concelho.


O edifício foi construído junto à segunda cerca islâmica e foi muito alterado na segunda metade do séc. XVIII.
No exterior do edifício é de destaque a bela galeria quinhentista que dá para a Praça da República e uma janela manuelina que se vê da Rua da Cadeia. No portal observamos o brasão da cidade com o cavaleiro e o estandarte, obra do último terço do séc. XVIII. Já no interior, deparamo-nos na sala nobre com pinturas de Cyrillo Volkmar Machado e no salão hoje utilizado para exposições, com parte da muralha muçulmana que se achou dentro das paredes do edifício aquando da sua última remodelação.
Hoje, enquanto Casa da Cultura recebe vários exposições temporárias e outros eventos culturais.

Aqueduto da Amoreira
Desde sempre a população de Elvas teve problemas com o abastecimento de água. A sua posição estratégica no alto de uma colina levou a que desde a ocupação islâmica os elvenses sobrevivessem através de poços situados intra-muros e de fontes nas redondezas que em caso de guerra se tornavam inacessíveis. Com o aumento populacional a situação tornou-se gravíssima durante a segunda metade do séc. XV. É em 1498 que os procuradores de Elvas pedem a D. Manuel I que lhe resolva o problema. Seria então lançado na povoação o imposto do Real d’Água que recaía sobre bens de consumo para futuramente ser construído um aqueduto. A obra seria monumental e dirigida por Francisco de Arruda já no séc. XVI, que ao mesmo tempo trabalhava também na futura Sé da cidade. As despesas enormes da construção fizeram com que ela pouco avançasse até 1537. A obra só estaria pronta em 1622 quando a água começou a correr na Fonte da Misericórdia. Nos anos seguintes as obras de manutenção ao nível dos contrafortes aumentou o custo já por si enorme da construção. O Aqueduto da Amoreira é um verdadeiro ex-libris da cidade, um cartão de visita que não passa despercebido e que possibilitou uma verdadeira era de progresso na cidade depois da sua construção uma vez que abastecia uma multiplicidade de fontes intra-muros. Trata-se de uma obra gigantesca que se desenvolve desde a nascente principal em galerias subterrâneas numa extensão de 1367 metros e depois ao nível do terreno e em arcadas por mais de cinco quilómetros e meio que chegam a superar os 30 metros de altura.

Pelourinho
O pelourinho, sinal de autoridade e exposição, chega a Elvas no séc. XVI, sendo erigido na então denominada Praça Nova (hoje Praça da República), à entrada da Rua dos Sapateiros, onde esteve cumprindo a sua função até 2 de Outubro de 1872, dia em que foi apeado e destruído. Quando se constituiu o Museu Municipal parte do que restou do pelourinho foi aí guardado. Em 1940 é apresentado um projecto por Vitalino de Albuquerque para a reconstrução do pelourinho feito a partir de uma gravura publicada no jornal O Panorama. Aproveitando as partes originais guardadas e substituindo as desaparecidas foi reconstruído e colocado no Largo do Dr. Santa Clara.

Chafariz da Piedade
Magnífica obra de arte situada junto à Igreja do Senhor Jesus da Piedade. O chafariz, construído em 1867, é constituído por um tanque rectangular encimado por um espaldar com três enormes painéis de azulejos decorados com motivos aquáticos e serviu desde sempre aqueles que devotamente se deslocavam à citada igreja.

Chafariz de São Vicente
O chafariz de São Vicente é de uma construção coeva à do monumento de homenagem aos combatentes da Grande Guerra. É portanto uma obra de 1934 subsidiada pelo Fundo de Desemprego que serve ainda a população daquela zona.

Chafariz d'El Rey
Chafariz grandioso situado no início do Aqueduto da Amoreira através do qual jorravam as suas águas. A sua construção finaliza também em 1622 e é constituído por três corpos em alvenaria encimados por volutas tendo na parte central as armas seiscentistas de Portugal em mármore.

Cisterna
Quando chegamos ao ano de 1641 Elvas vê-se na frente de combate para enfrentar o perigo espanhol. As necessidades de defesa urgiam e alguns engenheiros militares que se deslocaram à cidade para a construção de muralhas e quartéis puseram a hipótese de derrubar o Aqueduto da Amoreira por constituir um verdadeiro entrave à construção das novas muralhas. É neste contexto de perda do aqueduto que Martinho Afonso de Melo, Conde de São Lourenço ordena a construção de um enorme depósito de água à prova de bomba que pudesse abastecer a população por vários meses. Este depósito ficaria ligado à cisterna por um cano subterrâneo através do fosso. O seu traço é da autoria de Nicolau de Langres e principiou a construção no ano de 1650. George Borrow na sua visita a Portugal em 1835 considera a cisterna de Elvas como a maior do mundo. A sua função manteve-se até hoje viva e inalterada. A cisterna consiste num edifício abobadado com um reservatório com a capacidade de 2320 m3 para o qual se desce através de uma escada de 26 degraus. Lá em baixo encontramos três vácuos com 58 metros de comprimento, 5 de largura e 8 de altura. No exterior contem uma fonte com um tanque e 4 bicas encimadas por mármore.

Fonte da Alameda
Seguidamente à inauguração do Aqueduto da Amoreira em 1622, a cidade de Elvas pôde finalmente desfrutar da água vinda de fora das suas muralhas. Devido a tal facto nos anos seguintes foram construídas várias fontes. Em 1628 foram inauguradas três: Fonte da Alameda, Fonte de São Domingos (no Largo de São Domingos em frente à igreja, transladada posteriormente para Barbacena) e a Fonte de São Vicente no largo com o mesmo nome. A Fonte da Alameda esteve situada no antigo jardim municipal, denominado Alameda, onde se manteve até 1811 quando foi desmontada. Em 1844 foi novamente montada mas agora à entrada do cemitério municipal. A fonte, tal como as outras suas coevas, é elaborada em mármore de Estremoz ao estilo maneirista, com uma parede em volta do tanque hexagonal sob o qual se ergue a fonte em forma de cogumelo com um pináculo no cimo.

Fonte da Biquinha
Também denominada de Biquinha dos Currais em 1767 ou de Biquinha dos Fornos em 1810, foi construída em 1654 em frente ao antigo Assento e continua ainda hoje a fornecer água à população daquela zona da cidade. É constituída por um tanque em forma de concha para onde uma pequena torneira verte água. O interesse na fonte centra-se no painel de azulejos azuis e amarelos seiscentistas que contém.

Fonte da Fé
Defronte da Igreja do Senhor Jesus da Piedade em 1831 foi construído um pequeno parque arborizado. Foi nesse parque que em 1881 foi construída a Fonte da Fé. Trata-se de um tanque circular com um pedestal onde estão esculpidos monstros marinhos encimado por uma estátua feminina simbolizando a Fé, tudo esculpido em mármore. A obra foi mandada elaborar por D. Anna Julia de Lima e Silva.

Fonte da Misericórdia
A Fonte da Misericórdia foi construída em 1622 sob a traça do arquitecto da Casa Real, Diogo Marques, no Largo da Misericórdia em obras inspeccionadas pelo arquitecto da Casa de Bragança Pêro Vaz Pereira para por aí jorrarem as primeiras águas do Aqueduto da Amoreira. Em 1951 o projecto de alterações àquela zona da cidade fez com que a fonte fosse transferida para o actual Largo 25 de Abril porque parecia congestionar o trânsito no Largo da Misericórdia. No centro da fonte encontra-se uma estátua equestre de D. Sancho II. As bicas em forma de golfinho jorram água para um tanque lobulado em que numa das pedras se pode observar a inscrição “1622 ANOS”.

 

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