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Elvas Património Mundial, desde 2012

A candidatura de Elvas a Património Mundial foi um processo que a Câmara Municipal de Elvas encetou na sequência do magnífico património cultural que a cidade possui. Depois de recuperar grande parte do património da cidade, requalificar e revitalizar o centro histórico com diversos projetos socioculturais, esta candidatura surgiu como uma das grandes apostas da Câmara Municipal para a cidade e concelho.

Esta era uma oportunidade de excelência para afirmar e valorizar todo o processo de recuperação patrimonial feito pela Câmara Municipal nos últimos anos. Em 2004, a autarquia apresentou a candidatura à Lista Indicativa Nacional do Património Mundial e foi integrada nesse mesmo ano.

Depois de anos de trabalho científico, a apresentação pública do trabalho técnico foi feita em Elvas, a 23 de maio de 2009. O dossiê de candidatura foi entregue pela câmara à Comissão Nacional da Unesco em 18 de janeiro de 2010 e aceite pelo Comité de Património Mundial da UNESCO em 1 de março de 2011.

Todo este trabalho, assim como a cidade, foram avaliados pelo ICOMOS, órgão consultor da UNESCO, em matéria de conservação e proteção do património em setembro de 2011. Finalmente, a 30 de junho de 2012, a candidatura de Elvas a Património Mundial foi aprovada por unanimidade pelo Comité do Património Mundial da UNESCO.

“Cidade-Quartel Fronteiriça de Elvas e suas Fortificações”, a UNESCO considerou o valor universal deste conjunto patrimonial, numa área de 179 hectares, com uma área de proteção de 690 hectares, protegendo assim todo o espaço em redor das fortificações.

Sendo a maior fortificação abaluartada terrestre do mundo, a classificação contempla sete componentes: o Centro Histórico, que integra as duas cinturas de Muralhas Árabes; a cintura de Muralhas Fernandina e a Cintura de Muralhas Seiscentistas; o Aqueduto da Amoreira; Forte de Santa Luzia; Forte da Graça; Fortins de São Mamede, São Pedro e São Domingos, que refletem um pouco a evolução do sistema de fortificação abaluartada terrestre holandês.

Critério
Elvas é um excelente exemplo de uma cidade quartel e o seu sistema terrestre de fortificações surgiu em resposta às perturbações no equilíbrio de poder no século XVII na Europa. Elvas pode, assim, ser vista como representando as aspirações universais de Nações Europeias nos séculos XVI e XVII.

Integridade
Todos os elementos necessários para expressar o “Valor Universal Excecional” da propriedade estão incluídos dentro do limite de proteção. Além disso, alguns edifícios estão desocupados e fechados contra ocupantes e vandalismo, e estão sujeitas à propagação da vegetação. Em particular, o Forte da Graça, que sendo relativamente isolado e sem uso, é vulnerável ao vandalismo. O monumento nacional, após obras de reabilitação e requalificação, abriu portas ao público no passado mês de novembro de 2015, podendo ser visitado de terça-feira a domingo, das 10 às 17 horas.
Os espaços entre as fortificações e a distância entre si são vulneráveis a um novo desenvolvimento e a integridade visual da propriedade tem de ser protegida por uma zona tampão ligeiramente alargada, com controlos adequados.

Autenticidade
A grande coleção de planos e desenhos originais, relatórios militares,fotografias e descrições atestam a autenticidade da propriedade. No geral, a forma e os materiais das fortificações ainda estão em estado praticamente igual, a quando estavam obsoletos no século XIX. Os edifícios militares e religiosos em grande parte mantiveram a sua função ou outro uso apropriado até ao dia de hoje. A autenticidade da configuração tem mais impacto pelos grandes mastros de comunicação e é vulnerável a um novo desenvolvimento.

Proteção e Gestão
A propriedade foi declarada como Monumento Nacional segundo a Lei Nº107/2001, como Património Cultural no final de 2012. A zona de proteção foi declarada Área Especial de Proteção, de acordo com o Plano Diretor Municipal no final de 2012. Esta área, incluindo a propriedade, é gerida pela Câmara Municipal de Elvas, em parceria com o Ministério da Cultura através do IGESPAR. Houve a necessidade de ampliar um pouco da zona tampão, para proteger as zonas de visão entre o Fortim de São Domingos e o Forte da Graça.

O Plano de Gestão Integrada para os Fortificações de Elvas (IMPFE) tem como objetivo unir todas as partes interessadas para garantir a integridade da propriedade e aumentar o seu potencial de uso. Destina-se a controlar a área de zona tampão, bem como a área da propriedade, com foco na cooperação institucional, envolvimento dos agentes privados, iniciativas educacionais, científicas e culturais e divulgação de informação.

A fim de apoiar o Plano existe a necessidade de se estabelecer um inventário completo das características e estruturas, como base para a sua gestão e monitorização. Há também uma necessidade para a preparação de orientação sobre a conceção apropriada para edifícios novos e enchimento.

Os Elvenses estão orgulhosos pela classificação de Elvas e das suas fortificações como Património Mundial; tal foi fruto de muito trabalho, mas que não terminou com a denominação, pois cabe a todos, residentes e visitantes, participar neste esforço para preservar este património.
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