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Vila Fernando
Com aproximadamente 350 habitantes é a freguesia menos povoada do Concelho de Elvas, no entanto já foi sede de concelho até 1836. Até ao séc. XIX foi também denominada Aldeia da Conceição, pelo orago da Igreja Matriz.
A área da freguesia de Vila Fernando foi ocupada desde cedo, no Paleolítico e no Neo-Calcolítico, época na qual se construíram a maioria dos vestígios megalíticos neste espaço. Também a civilização romana acorreu a este território e aqui construíram diversas villae, das quais o Carrão ou a Atalaia dos Sapateiros são grandes exemplos. Diversas epígrafes, cerâmica e outros vestígios encontrados na freguesia de Vila Fernando fazem parte do espólio do Museu do Palácio Ducal de Vila Viçosa e outros farão parte do espólio do Museu de Arqueologia de Elvas. Desde o período romano até ao final do período islâmico pouco sabemos desta área. No séc. XIII era denominada de Alcarapinha ou Alcarapina e o repovoamento cristão aconteceu a partir de 1260, data da concessão de terras do Monarca ao Mosteiro de São Vicente de Lisboa, e de 1264 com a doação das mesmas terras a D. João Peres de Aboim. Certamente as terras foram posteriormente povoadas pelos servos deste senhor juntamente com os descendentes de alguns muçulmanos que ficaram. Em 1320 já o grupo disperso de casas tem o nome de Vila Fernando, facto que se deve a D. João Fernandes de Lima, casado com D. Maria Anes, filha de D. João Peres de Aboim e herdeiro das suas terras na zona de Elvas. A fraca densidade populacional ainda em 1320 é atestada pelo arrolamento paroquial onde a igreja de Santa Maria, Matriz e antiga mesquita, é só taxada com 15 libras. Já em 1527, Vila Fernando apenas tinha 10 fogos e mesmo o pároco da igreja vivia em Estremoz, pelo que a população se queixava de uma igreja ao abandono. No séc. XVI, as terras de Vila Fernando, entretanto tornada sede de concelho, foram compradas por D. Catarina, duquesa de Bragança. A sede do município situava-se no Monte de Vila Fernando, da Audiência ou do Paço. É com a reedificação da igreja após o terramoto de 1755 que a vila começa a nascer, construindo-se alguns anexos e casas em volta do templo. Em 1758, Vila Fernando conta com 30 fogos e 213 habitantes.
O Concelho de Vila Fernando, com cerca de 300 habitantes, foi extinto em 1836 e a vila passou a pertencer à Freguesia de Barbacena. A criação da Colónia Correccional em 1895, um magnífico projecto com edifícios de carácter neo-gótico, desenho do Eng. Mendes Guerreiro, foi um grande passo para o desenvolvimento da vila que viria finalmente a ser sede de freguesia em 1920.
Hoje, para além do extraordinário complexo da antiga Colónia Correccional, resta algum casario do séc. XIX e a Igreja Matriz, bastante alterada durante os séculos XIX e XX.

Vila Boim
Vila Boim é a sede de uma freguesia rural do Concelho de Elvas, mas já foi sede de concelho até 1836, quando passou administrativamente para Elvas. Possui cerca de 1200 habitantes e a sua principal actividade económica é a agricultura.
A história de Vila Boim começa ainda na Idade do Ferro onde provavelmente se construiu um castro dada a sua localização cimeira e estratégica. Esse pequeno povoado foi de seguida aproveitado e acrescentado pelos romanos e ocupado a partir do séc. VIII pelas populações islâmicas. Ganha então o nome de Moçarava, o que significa que era habitado por populações moçárabes, cristãs. Após a conquista portuguesa na década de 1250, Moçarava foi doada a D. João de Aboim que mudou o nome da vila para Villaboim. Uma carta do Bispo de Évora, D. Martinho, de 13 de Janeiro de 1262, refere a construção da Igreja Matriz (reconstruída entre 1778 e 1785). Em 1478, o duque de Bragança pretende construir um castelo em Vila Boim, mas o castelo só seria uma realidade no século seguinte. Era "bom castello com casas, horta e fontes dentro e fora delle", tendo a acompanhá-lo alguns panos de muralha. No Reinado de D. Manuel I, Vila Boim ganha novo foral a 1 de Julho de 1518.
Durante a Guerra da Restauração a vila seria arrasada pelas tropas espanholas e as suas fortificações destruídas. Em 1758, Vila Boim tinha 470 habitantes.
O património histórico imóvel da Freguesia de Vila Boim é marcado pela Igreja Matriz, reconstruída no final do séc. XVIII, pela Igreja de São Francisco, inaugurada em 1741 e também pelos Passos da Via Sacra. Do castelo e das fortificações encontram-se apenas alguns vestígios e as capelas de São Bartolomeu e de Santa Maria Madalena foram demolidas no séc. XIX.

Terrugem
Freguesia do Concelho de Elvas com cerca de 1300 habitantes, cuja base económica é a agricultura e o trabalho em curtumes. A sua história parece começar no período islâmico, ainda que o território da freguesia tenha tido forte presença romana e visigótica. Neste período a povoação ou ainda herdade é apelidada de Tarruja ou Taruja. Conquistada através de um fossado por D. Afonso Henriques juntamente com São Romão e a Herdade de Fatalão, seria perdida novamente anos depois e reconquistada definitivamente por D. Sancho II. Após a conquista deste monarca, passa Terrugem a pertencer a Vila Viçosa. A Igreja Matriz deve datar desta época, embora esteja muito alterada pelas obras que sofreu durante a segunda metade do séc. XVIII. Em 1758, a Freguesia de Terrugem possuía 464 habitantes.

São Vicente e Ventosa
A freguesia de São Vicente e Ventosa aglomera as povoações de São Vicente, Ventosa e Alentisca. Possui cerca de 800 habitantes e com uma área de 101,53 km2 é a segunda maior freguesia de todo o país.
A freguesia possui um enorme património arqueológico romano com dezenas de villae, entre as quais se destaca a da Quinta das Longas. Este povoamento disperso continuou até bem tarde, uma vez que a paróquia de São Vicente só é criada no início do séc. XVI. A Igreja Matriz de São Vicente é obra do final do séc. XVI, mandada edificar pelo primeiro Bispo de Elvas, D. António Mendes de Carvalho.
A paróquia de Nossa Senhora da Alentisca foi suprimida em 1760, repartindo-se a sua área entre as paróquias de Santa Eulália e de São Vicente. Em 1859, a paróquia de Ventosa passou a ser incluída na de São Vicente.

São Brás e São Lourenço
A freguesia de São Brás e São Lourenço foi formada na década de 1930 com a junção das duas antigas freguesias de São Brás e de São Lourenço. Tem hoje cerca de 1900 habitantes distribuídos por uma série de pequenas localidades: São Brás, Varche, Calçadinha, São Lourenço, São Pedro das Vinhas, Aldeia da Cruz, Fonte Santa, Malvar, Aldeia do Pombal.
A área da freguesia de São Brás e São Lourenço ficou integrada no território português no reinado de D. Sancho II, embora tenha sido povoado por romanos, através das suas villae, e pela civilização islâmica. Inclusivamente o topónimo Varche indica uma raiz islâmica, provindo de bar sh'ra, ou seja, campo de searas. O sítio de São Brás começa a ser citado em documentos a partir do séc. XVI, muito embora a aldeia e a igreja Matriz possam ser anteriores. No caso da Calçadinha, a aldeia nasce em volta da Herdade da Calçadinha (citada em documentos a partir de 1535), onde outrora passava uma calçada romana. É, no entanto, só em 1812 que a aldeia é fundada com a construção do casario em volta da entrada da herdade, por Simão de Sousa Sequeira Correia e Melo. São Lourenço, outro aglomerado populacional da freguesia, é aldeia formada na Idade Média e citada em documentos a partir de 1522, onde lhe chamavam São Lourenço de Fora ou São Lourenço das Vinhas para a distinguir da Igreja de São Lourenço de Elvas.

Santa Eulália
Santa Eulália é uma aldeia, sede de uma freguesia do Concelho de Elvas com cerca de 1300 habitantes. As suas principais actividades económicas são a agricultura, a extracção do granito e a confecção de vestuário tipicamente alentejano.
Riquíssima em monumentos megalíticos, a freguesia de Santa Eulália foi também habitada pelos povos romanos e visigóticos que nela deixaram vestígios. Foi certamente povoação islâmica, conquistada em meados do séc. XIII. Na Idade Média seria uma pequena aldeia fortificada que vivia da produção agrícola. Sabemos que, embora seja anterior, a Igreja Matriz sofreu obras tanto em 1423, como nos séculos XVIII e XIX.
A partir de 1643 são construídas as novas fortificações de Santa Eulália, possivelmente demolindo-se ou aproveitando-se a antiga muralha medieval. Posteriormente, seria construída por Nicolau de Langres, uma atalaia na Herdade de Almeida. Ainda assim, durante o período da Restauração, o inimigo espanhol saqueou os campos da aldeia e em 1658 D. Luís de Haro entraria mesmo na povoação antes de colocar cerco a Elvas. A muralha seiscentista de Santa Eulália não resistiu até nós. O séc. XVIII foi um século de recuperação populacional e em 1758 a aldeia já contava com 1215 habitantes.
O séc. XX na aldeia é marcado pelo desenvolvimento através da lavoura e da indústria extractiva que fazia com que em 1940 a população aumentasse para os 2890 habitantes, tendo mais tarde chegado quase aos 4000. A passagem do caminho-de-ferro, o aumento dos serviços, a edificação da praça de touros em 1895 e a construção da escola primária em 1900 pelo benemérito Alfredo Augusto de Andrade e pela sua esposa Josefina Bobone Van Zeller de Andrade fizeram a aldeia desenvolver-se e extravasar as fronteiras do pequeno aglomerado que era até então.

Barbacena
Barbacena é uma vila que foi sede de concelho até 1837 e que hoje faz parte do Concelho de Elvas. A sua freguesia tem actualmente cerca de 750 habitantes e as suas actividades estão ligadas maioritariamente à agricultura. Povoação islâmica, passou a pertencer à coroa portuguesa em meados do séc. XIII. Em 1251 o lugar de Barvacena foi doado a D. Estêvão Annes, chanceler de D. Afonso III e recebeu Carta de Foral dada por este donatário a 17 de Abril de 1273. A Igreja Matriz, que tem por orago Nossa Senhora da Graça, é desta época embora muito modificada nos séculos XVI e XVII.
O senhorio da vila passou a 1 de Outubro de 1388 para Martim Afonso de Mello que por sua vez o passou aos seus herdeiros: D. Branca de Sousa (esposa de D. Fernando Henriques, senhor de Alcáçovas), D. Afonso Henriques e D. Jorge Henriques (reposteiro-mor e caçador-mor de D. João III). Foi este último que mandou reconstruir o Castelo de Barbacena. Em 1575, Diogo de Castro do Rio adquiriu o senhorio de Barbacena por 28.500 cruzados em hasta pública. Um dos seus herdeiros, D. Afonso Furtado de Castro do Rio de Mendonça, foi o 1º Visconde de Barbacena, título atribuído por D. João IV a 26 de Abril de 1655. D. Luís António Furtado de Mendonça foi o 1º Conde de Barbacena: eminente personagem da vida cultural portuguesa do séc. XVIII, um dos fundadores da Academia Real das Ciências, formado em Direito e Filosofia, veador da Princesa D. Carlota Joaquina e Governador e Capitão-General de Minas Gerais no Brasil, onde fundou a cidade de Barbacena em 1791.
Durante a Guerra da Restauração, a vila de Barbacena sofreu várias investidas por parte das tropas espanholas e ficou parcialmente destruída após a capitulação de 1658.
Para além da Igreja Matriz, são de relevância o Pelourinho da vila (séc. XVI), bem como a Igreja de São Sebastião (séc. XVI-XVII), a Igreja de Nossa Senhora do Paço (séc. XVI-XVII) e o Santo Calvário ou Capela da Nazaré (séc. XVIII). A antiga Igreja de Nossa Senhora da Luz, edificada no séc. XVII, encontra-se profanada. Foi nela, em plena Praça da vila que funcionou o Hospital da Misericórdia. É na freguesia de Barbacena que se situa também o Castelo de Fontalva, um castelo medieval mandado construir por Pêro da Silva no séc. XV onde já existiria uma fortaleza mais antiga.

 

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